quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Crochê
De Wikipédia, a enciclopédia livre
Crochê ou Croché é uma espécie de artesanato feito com uma agulha especial que possui um gancho e que produz um trançado semelhante ao da malha ou da renda.
Tipos
O crochê tunisiano, conhecido como crochê/tricô, utiliza uma única agulha, de gancho, onde consegue-se fazer os pontos.
Origem
A palavra foi originada de um termo existente no dialeto nórdico, com o significado de gancho (que é a forma do bico encurvado da agulha utilizada para puxar os pontos), que também originou croc, que em francês tem o mesmo significado. Ninguém tem a certeza de quando ou onde o crochê começou. Segundo os historiadores os trabalhos de crochê tem origem na Pré-história. A arte do crochê, como a conhecemos atualmente, foi desenvolvida no século XVI. O escritor dinamarquês Lis Paludan tentou descobrir a origem do crochê na Europa e fundamentou algumas teorias. A mais provável é a de que o crochê se originou na Arábia e chegou à Espanha pelas rotas comerciais do Mediterrâneo. Também há indícios posteriores da técnica em tribos da América do Sul, que usavam adornos de crochê em rituais da puberdade. Na China, bonecas eram feitas com a mesma técnica. Entretanto, o autor afirma que não há evidência concreta sobre o quão antiga é a arte do crochê.
A origem mais provável vem da técnica de costura chinesa, uma forma primitiva de bordado que foi difundida no Oriente Médio e chegou à Europa por volta de 1700. Mas o crochê só começou a ser fortemente difundido em 1800. A francesa Riego de La Branchardiere desenhou padrões que podiam ser facilmente duplicados e publicou em livros para que outras pessoas pudessem começar a copiar os desenhos. Os trabalhos com a técnica do crochê podem ser realizados com qualquer tipo de fio ou material. Tudo depende da peça a ser executada: uma toalha delicada ou uma colcha, um casaco ou um tapete resistente. Atualmente usa-se a técnica para confeccionar variadas peças, tudo depende da criatividade de cada um.
Fonte
A descrição acima é do artigo Crochê da Wikipédia, licenciado sob CC-BY-SA, lista completa de contribuidores aqui. As páginas de comunidade não estão associadas, tampouco endossadas por, qualquer pessoa associada ao tópico.
Crochê ou Croché é uma espécie de artesanato feito com uma agulha especial que possui um gancho e que produz um trançado semelhante ao da malha ou da renda.
Tipos
O crochê tunisiano, conhecido como crochê/tricô, utiliza uma única agulha, de gancho, onde consegue-se fazer os pontos.
Origem
A palavra foi originada de um termo existente no dialeto nórdico, com o significado de gancho (que é a forma do bico encurvado da agulha utilizada para puxar os pontos), que também originou croc, que em francês tem o mesmo significado. Ninguém tem a certeza de quando ou onde o crochê começou. Segundo os historiadores os trabalhos de crochê tem origem na Pré-história. A arte do crochê, como a conhecemos atualmente, foi desenvolvida no século XVI. O escritor dinamarquês Lis Paludan tentou descobrir a origem do crochê na Europa e fundamentou algumas teorias. A mais provável é a de que o crochê se originou na Arábia e chegou à Espanha pelas rotas comerciais do Mediterrâneo. Também há indícios posteriores da técnica em tribos da América do Sul, que usavam adornos de crochê em rituais da puberdade. Na China, bonecas eram feitas com a mesma técnica. Entretanto, o autor afirma que não há evidência concreta sobre o quão antiga é a arte do crochê.
A origem mais provável vem da técnica de costura chinesa, uma forma primitiva de bordado que foi difundida no Oriente Médio e chegou à Europa por volta de 1700. Mas o crochê só começou a ser fortemente difundido em 1800. A francesa Riego de La Branchardiere desenhou padrões que podiam ser facilmente duplicados e publicou em livros para que outras pessoas pudessem começar a copiar os desenhos. Os trabalhos com a técnica do crochê podem ser realizados com qualquer tipo de fio ou material. Tudo depende da peça a ser executada: uma toalha delicada ou uma colcha, um casaco ou um tapete resistente. Atualmente usa-se a técnica para confeccionar variadas peças, tudo depende da criatividade de cada um.
Fonte
A descrição acima é do artigo Crochê da Wikipédia, licenciado sob CC-BY-SA, lista completa de contribuidores aqui. As páginas de comunidade não estão associadas, tampouco endossadas por, qualquer pessoa associada ao tópico.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Perigos da água engarrafada Congelados
Amy Jensen
Amy começou a escrever profissionalmente Jensen, em 2006. Ela foi escrita por diversos sites e blogs, fornecendo conteúdo de viagens e relacionadas com o consumo. Ela trabalha no campo educacional e nutricional, e gosta de escrever sobre eles também. Jensen recebeu um Bachelor of Arts em escrita criativa na Universidade de Arizona.Por Amy Jensen , Contribuinte eHow atualizadas 19 de novembro de 2010
Água de garrafas de plástico é segura para beber depois de ter sido congelado.
vertendo água de uma garrafa de imagem por ElsSh de Fotolia.com Garrafas de água congelada são úteis para ter em casa no caso de você precisa tomar uma junto com você em um passeio oportuna, como uma caminhada de recados, ou uma viagem. Recentemente, no entanto, alguns e-mails têm circulado através do ciberespaço, espalhando a idéia de que o congelamento garrafas plásticas de água libera toxinas perigosas para a água. Estes e-mails são uma farsa - garrafas de água congelada são seguros para beber e não liberam dioxinas na sua água potável.
Quais são as dioxinas?
As dioxinas são toxinas que liberam a partir de compostos químicos em temperaturas muito altas, normalmente em torno de 700 graus Fahrenheit. Isto significa que não há nenhuma maneira possível para as dioxinas para ser lançado em temperaturas congelantes. Além disso, os plásticos usados para criar mais garrafas de água e recipientes de plástico não contêm os produtos químicos necessários para criar as dioxinas.
O E-mails
A massa de e-mails enviados em todo o mundo sobre as dioxinas e garrafas de água congelada continha informações como esta:
"DIOXINAS Carcinógenos causam câncer. Especialmente câncer de mama. Não congele garrafas de água de plástico com água, pois isso também libera dioxinas do plástico." Essas mensagens também alertou os leitores sobre as dioxinas criado por microondas recipientes de plástico e plástico. Todas essas alegações são falsas. De acordo com a FDA, "no que diz respeito às dioxinas, vimos nenhuma evidência de que os recipientes de plástico ou filmes contêm dioxinas e sei de nenhuma razão para que eles queriam."
Fontes de Informação
Uma das fontes de informação listados para estes e-mails foi "Johns Hopkins". Nome da instituição foi usada como uma fonte respeitável de informações, mas Johns Hopkins University não tinha nada a ver com a circulação desses e-mails. Nome de Walter Reed Medical Center também foi falsamente usada. Estes e-mails estavam rachados por BreakTheChain.org, que os considerou ser um hoax e-mail falso e com fontes de informação falsa.
Charme Water Dispenser www.charm.com.tw
RO, Filter, Espumante / Soda, Água Fria Hot cooler fabricante em Taiwan
Read more: Dangers of Frozen Bottled Water | eHow.com http://www.ehow.com/list_7366253_dangers-frozen-bottled-water.html#ixzz1TKF6yp9q
Amy começou a escrever profissionalmente Jensen, em 2006. Ela foi escrita por diversos sites e blogs, fornecendo conteúdo de viagens e relacionadas com o consumo. Ela trabalha no campo educacional e nutricional, e gosta de escrever sobre eles também. Jensen recebeu um Bachelor of Arts em escrita criativa na Universidade de Arizona.Por Amy Jensen , Contribuinte eHow atualizadas 19 de novembro de 2010
Água de garrafas de plástico é segura para beber depois de ter sido congelado.
vertendo água de uma garrafa de imagem por ElsSh de Fotolia.com Garrafas de água congelada são úteis para ter em casa no caso de você precisa tomar uma junto com você em um passeio oportuna, como uma caminhada de recados, ou uma viagem. Recentemente, no entanto, alguns e-mails têm circulado através do ciberespaço, espalhando a idéia de que o congelamento garrafas plásticas de água libera toxinas perigosas para a água. Estes e-mails são uma farsa - garrafas de água congelada são seguros para beber e não liberam dioxinas na sua água potável.
Quais são as dioxinas?
As dioxinas são toxinas que liberam a partir de compostos químicos em temperaturas muito altas, normalmente em torno de 700 graus Fahrenheit. Isto significa que não há nenhuma maneira possível para as dioxinas para ser lançado em temperaturas congelantes. Além disso, os plásticos usados para criar mais garrafas de água e recipientes de plástico não contêm os produtos químicos necessários para criar as dioxinas.
O E-mails
A massa de e-mails enviados em todo o mundo sobre as dioxinas e garrafas de água congelada continha informações como esta:
"DIOXINAS Carcinógenos causam câncer. Especialmente câncer de mama. Não congele garrafas de água de plástico com água, pois isso também libera dioxinas do plástico." Essas mensagens também alertou os leitores sobre as dioxinas criado por microondas recipientes de plástico e plástico. Todas essas alegações são falsas. De acordo com a FDA, "no que diz respeito às dioxinas, vimos nenhuma evidência de que os recipientes de plástico ou filmes contêm dioxinas e sei de nenhuma razão para que eles queriam."
Fontes de Informação
Uma das fontes de informação listados para estes e-mails foi "Johns Hopkins". Nome da instituição foi usada como uma fonte respeitável de informações, mas Johns Hopkins University não tinha nada a ver com a circulação desses e-mails. Nome de Walter Reed Medical Center também foi falsamente usada. Estes e-mails estavam rachados por BreakTheChain.org, que os considerou ser um hoax e-mail falso e com fontes de informação falsa.
Charme Water Dispenser www.charm.com.tw
RO, Filter, Espumante / Soda, Água Fria Hot cooler fabricante em Taiwan
Read more: Dangers of Frozen Bottled Water | eHow.com http://www.ehow.com/list_7366253_dangers-frozen-bottled-water.html#ixzz1TKF6yp9q
domingo, 24 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Passam Fome e Frio
Cães que vivem na rua aguardam novo lar em SP
12 de junho de 2011
Clau Skobelkin
clauskobelkin@gmail.com
Fotos: Divulgação Esses três cães moram na rua e ficam todos os dias a partir das 19hs na frente de um bar localizado na esquina da Rua Condessa de São Joaquim com a Rua Bororos, na Bela Vista, em SP.
Essa semana eu passei nessa rua e eles estavam no frio, na chuva e na calçada na frente do bar.
Eu consegui caixa de papelão e jornal para eles, mesmo assim não vou sossegar enquanto não tiver a certeza de que eles foram adotados.
Eu tenho uma cadelinha e não tenho condições de ter mais animais.
12 de junho de 2011
Clau Skobelkin
clauskobelkin@gmail.com
Fotos: Divulgação Esses três cães moram na rua e ficam todos os dias a partir das 19hs na frente de um bar localizado na esquina da Rua Condessa de São Joaquim com a Rua Bororos, na Bela Vista, em SP.
Essa semana eu passei nessa rua e eles estavam no frio, na chuva e na calçada na frente do bar.
Eu consegui caixa de papelão e jornal para eles, mesmo assim não vou sossegar enquanto não tiver a certeza de que eles foram adotados.
Eu tenho uma cadelinha e não tenho condições de ter mais animais.
Prefeito de Santiago do Chile desiste de multa para quem alimentar cães abandonados
Vitória pelos animais
12 de junho de 2011
Por Danielle Bohnen (da Redação)
O prefeito da cidade de Santiago do Chile, Pablo Zalaquett, assinou uma norma municipal a qual proíbe qualquer pessoa de alimentar cães nas ruas, sujeito à multa, que entraria em vigor a partir do mês de agosto. Conforme publicado pela ANDA.
Porém a prefeitura encontrou muita pressão por parte das organizações de proteção animal, que conseguiram uma reunião com autoridades da Higiene Ambiental e acudiram à Colisão para o Controle Ético da Fauna Urbana (CEFU) e à Proanimal Chile. A reunião contou também com a presença do prefeito e do presidente do programa de Guarda Responsável, Dr. Osvaldo Guzmán e ficou acordado que norma seria reescrita, excluindo o artigo que proíbe a alimentação de cães de rua. Para tal, foi formada uma Mesa Técnica de Trabalho, com representantes animalistas e da prefeitura, que terá 15 dias para apresentar a nova norma.
De acordo com Zalaquett, a intenção é incluir os animalistas como “sócios”, a fim de trabalhar de forma mais eficiente a problemática dos animais abandonados, de acordo com o jornal PrensAnimalista.
A norma estabelece também um artigo que promove um Fundo de até cem mil pesos para atender aos cães atropelados e feridos nas ruas.
Protestos
Por sua lado, as organizações animalistas, se uniram nas redes sociais, que conta com mais de cindo mil membros.
Uma das organizadoras, Maria Paz, afirma que esse protesto é contra a todas as normas municipais do Chile, que multam quem alimentar cães abandonados.
“Em todo o país existem artigos absurdos nas normas municipais, que multam as pessoas que alimentam animais de rua. Mas não há nada para sancionar o abandono e nem se resolve o problema na raiz”.
12 de junho de 2011
Por Danielle Bohnen (da Redação)
O prefeito da cidade de Santiago do Chile, Pablo Zalaquett, assinou uma norma municipal a qual proíbe qualquer pessoa de alimentar cães nas ruas, sujeito à multa, que entraria em vigor a partir do mês de agosto. Conforme publicado pela ANDA.
Porém a prefeitura encontrou muita pressão por parte das organizações de proteção animal, que conseguiram uma reunião com autoridades da Higiene Ambiental e acudiram à Colisão para o Controle Ético da Fauna Urbana (CEFU) e à Proanimal Chile. A reunião contou também com a presença do prefeito e do presidente do programa de Guarda Responsável, Dr. Osvaldo Guzmán e ficou acordado que norma seria reescrita, excluindo o artigo que proíbe a alimentação de cães de rua. Para tal, foi formada uma Mesa Técnica de Trabalho, com representantes animalistas e da prefeitura, que terá 15 dias para apresentar a nova norma.
De acordo com Zalaquett, a intenção é incluir os animalistas como “sócios”, a fim de trabalhar de forma mais eficiente a problemática dos animais abandonados, de acordo com o jornal PrensAnimalista.
A norma estabelece também um artigo que promove um Fundo de até cem mil pesos para atender aos cães atropelados e feridos nas ruas.
Protestos
Por sua lado, as organizações animalistas, se uniram nas redes sociais, que conta com mais de cindo mil membros.
Uma das organizadoras, Maria Paz, afirma que esse protesto é contra a todas as normas municipais do Chile, que multam quem alimentar cães abandonados.
“Em todo o país existem artigos absurdos nas normas municipais, que multam as pessoas que alimentam animais de rua. Mas não há nada para sancionar o abandono e nem se resolve o problema na raiz”.
domingo, 29 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
Doze hábitos ajudam a manter a família unida
No Dia da Família, saiba como é possível fortalecer o vínculo afetivo com pequenas atitudes
POR LETÍCIA GONÇALVES
Dia 15 de maio é o Dia Internacional da Família. Crescem os estudos que comprovam como os familiares interferem na nossa saúde física e mental, independente da idade. Uma pesquisa publicada no Jornal da Associação Americana do Coração, por exemplo, comprovou que pacientes da terceira idade se recuperam muito mais rápidos de derrame quando acompanhados dos parentes. Já outro estudo recente da Universidade de Oregon, nos EUA, indicou que pais com dificuldades de relacionamento têm mais chances de ter bebês com distúrbios durante o sono.
Manter o vínculo afetivo é uma vantagem e tanto, mas nem sempre é fácil. "Há famílias que se vêem muito, porém as pessoas não são tão próximas, porque tem o componente da afinidade. Construímos vínculos com as pessoas que nem sempre podem existir nas famílias", explica a psicóloga Eliana Alves, do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro. Confira a seguir alguns ingredientes diários que podem incrementar os laços afetivos e aumentar - de fato - a união familiar
1. Respeite os limites de cada um
Esse é um dos hábitos mais difíceis, pois implica aceitar algumas diferenças. "Cada indivíduo da família tem seu ritmo, seu jeito de vivenciar as coisas da vida. Tanto os filhos como os pais desenvolvem essa percepção do 'jeito de cada um'", conta o psiquiatra Paulo Zampieri, Terapeuta de Casais e Famílias, de São Paulo. Procurar respeitar essas peculiaridades - desde que não sejam preocupantes - pode ajudar a resolver conflitos familiares de uma forma muito mais fácil.
2. Priorize o bom humor
Procure encarar os conflitos familiares com mais disposição. Muitos deles surgem por motivos pequenos e são alimentados pelo cansaço e estresse do dia a dia. "Encarar conflitos já é melhor do que evitá-los e há de ser com bom humor, senão fica sempre parecendo cobrança ou bronca", aconselha o psiquiatra Paulo Zampieri
3. Cozinhe em conjunto
A psicóloga Eliana Alves fala que é importante criar espaços que propiciem um vínculo afetivo. "Vivemos no imperativo da falta do tempo, mas é necessário se preocupar em criar momentos
“Para conviver com nossos familiares”, diz a especialista.
Para driblar essa falta de tempo, os programas conjuntos podem ser tarefas diárias como as atividades domésticas, que permitem uma troca de experiências. "Atividades lúdicas e domésticas ajudam todos os membros da família a se apropriarem dos pertences do lar, aprendendo juntas as tarefas que um dia os filhos também farão", afirma o psiquiatra Paulo Zampieri.
4. Incentive o diálogo
Essa é uma das práticas mais fundamentais. De nada adianta viver unidos sob o mesmo teto se não há conversa, se as pessoas não compartilham seus sentimentos e experiências de vida. O diálogo permite saber o que o outro está pensando e sentindo e é a melhor forma de resolver desentendimentos.
"Os familiares são os maiores parceiros que filhos, pais e avós têm naturalmente na vida", lembra o psiquiatra Paulo Zampieri, que dá uma boa dica para fortalecer os vínculos por meio do diálogo. "Peça às avós que contem como foi a vida deles, como se uniram, o que pensavam da vida. É um jeito interessante de co-construir a história da família por meio dos protagonistas mais velhos e permite conhecer como os costumes mudaram", completa.
5. Crie momentos de lazer com todos
Os familiares servem de apoio nas horas difíceis, mas também podem ser ótimas companhias para momentos de distração e divertimento. O psiquiatra Paulo Zampieri conta que, quando os filhos são pequenos, fica mais fácil: "É só convidar que todos vão", comenta.
No entanto, quando os filhos crescem e se tornam mais independentes, essas ocasiões ficam cada vez mais incomuns. "Quando a família cultiva esses hábitos desde cedo, gera a possibilidade de conservar atividades de lazer em conjunto em etapas mais adultas", completa o e disponível
6. Procure estar Não precisa ser super-herói: é impossível estar disponível o tempo todo e a família precisa entender isso, principalmente as crianças. Entretanto, mostrar disponibilidade para conversar e dar atenção, sempre que possível, é fundamental. De acordo com o psiquiatra Paulo Zampieri, os pais devem fazer isso de forma declarada. "Conte comigo", "sou seu parceiro" ou "se precisar, estou aqui" são frases que ajudam os filhos a encontrarem um momento de poder falar
7. Evite que a rotina agitada e estressante interfira no contato familiar
É nada agradável encontrar uma pessoa em casa com a cara fechada, sem vontade de conversar. Experimente imaginar que, no momento em que você for passar pela porta de entrada, as preocupações do trabalho ficarão do lado de fora. A família poderá ser uma excelente forma de distração!
Em alguns momentos, procure também deixar o trabalho e demais compromissos em segundo plano. "Tal postura pode indicar valorização do contato, como se a pessoa estivesse dizendo à família: 'vocês são importantes para mim'", afirma a psicóloga clínica Michelle da Silveira, de São Paulo.
8. Invista no afeto
Há várias formas de manifestá-lo, vale a sua criatividade de adaptá-las ao tempo e à rotina que você possui. Não se esqueça também do carinho físico. Um simples abraço proporciona conforto e uma ligação muito forte. "O afeto pode ser uma forma de aproximação das pessoas. A partir dele, outros sentimentos fundamentais para as relações serem estabelecidas são formados, como: respeito, compreensão, tolerância, entre outros", explica a psicóloga Michelle da Silveira.
9. Não espere os finais de semana
Procure se lembrar de estreitar os vínculos sempre. Um telefonema, um email ou mesmo uma mensagem por celular podem ser demonstrações de afeto que fazem a diferença. "Com maior tempo de interação, as pessoas poderão se conhecer melhor, agregar pontos positivos da outra pessoa, descobrir afinidades e, a partir daí, estreitar os laços que podem levar à construção de vínculos mais estáveis", esclarece a psicóloga Michelle da Silveira
10. Reconheça os próprios erros
Ninguém na família é perfeito, inclusive os pais. Segundo a psicóloga Michelle da Silveira, assumir falhas pode implicar em mudança, uma vez que a pessoa refletiu sobre a sua ação e, em uma próxima situação parecida, tentará agir de forma diferente. "Esse comportamento de flexibilidade gera confiança na pessoa com a qual se relaciona, pois ela fica com a idéia de que o erro poderá não se repetir", completo.
11. Crie momentos a sós com cada um
Estimular ocasiões exclusivas entre marido e mulher ou mãe e um dos filhos, entre outras possibilidades, facilita a comunicação. A psicóloga Michelle da Silveira explica que isso favorece o conhecimento entre as pessoas e facilita a criação de sentimentos, como intimidade e confiança.
12. Seja um exemplo
Suas pequenas atitudes no âmbito familiar podem gerar admiração pelos parentes. Quando há essa admiração, a possibilidade de existir vínculos é maior. A psicóloga Michelle da Silveira explica: "Existe nas relações a intenção comum entre as partes de agregar valores, e só é possível obter esses valores, em geral, de alguém sobre o qual se nutre admiração".
POR LETÍCIA GONÇALVES
Dia 15 de maio é o Dia Internacional da Família. Crescem os estudos que comprovam como os familiares interferem na nossa saúde física e mental, independente da idade. Uma pesquisa publicada no Jornal da Associação Americana do Coração, por exemplo, comprovou que pacientes da terceira idade se recuperam muito mais rápidos de derrame quando acompanhados dos parentes. Já outro estudo recente da Universidade de Oregon, nos EUA, indicou que pais com dificuldades de relacionamento têm mais chances de ter bebês com distúrbios durante o sono.
Manter o vínculo afetivo é uma vantagem e tanto, mas nem sempre é fácil. "Há famílias que se vêem muito, porém as pessoas não são tão próximas, porque tem o componente da afinidade. Construímos vínculos com as pessoas que nem sempre podem existir nas famílias", explica a psicóloga Eliana Alves, do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro. Confira a seguir alguns ingredientes diários que podem incrementar os laços afetivos e aumentar - de fato - a união familiar
1. Respeite os limites de cada um
Esse é um dos hábitos mais difíceis, pois implica aceitar algumas diferenças. "Cada indivíduo da família tem seu ritmo, seu jeito de vivenciar as coisas da vida. Tanto os filhos como os pais desenvolvem essa percepção do 'jeito de cada um'", conta o psiquiatra Paulo Zampieri, Terapeuta de Casais e Famílias, de São Paulo. Procurar respeitar essas peculiaridades - desde que não sejam preocupantes - pode ajudar a resolver conflitos familiares de uma forma muito mais fácil.
2. Priorize o bom humor
Procure encarar os conflitos familiares com mais disposição. Muitos deles surgem por motivos pequenos e são alimentados pelo cansaço e estresse do dia a dia. "Encarar conflitos já é melhor do que evitá-los e há de ser com bom humor, senão fica sempre parecendo cobrança ou bronca", aconselha o psiquiatra Paulo Zampieri
3. Cozinhe em conjunto
A psicóloga Eliana Alves fala que é importante criar espaços que propiciem um vínculo afetivo. "Vivemos no imperativo da falta do tempo, mas é necessário se preocupar em criar momentos
“Para conviver com nossos familiares”, diz a especialista.
Para driblar essa falta de tempo, os programas conjuntos podem ser tarefas diárias como as atividades domésticas, que permitem uma troca de experiências. "Atividades lúdicas e domésticas ajudam todos os membros da família a se apropriarem dos pertences do lar, aprendendo juntas as tarefas que um dia os filhos também farão", afirma o psiquiatra Paulo Zampieri.
4. Incentive o diálogo
Essa é uma das práticas mais fundamentais. De nada adianta viver unidos sob o mesmo teto se não há conversa, se as pessoas não compartilham seus sentimentos e experiências de vida. O diálogo permite saber o que o outro está pensando e sentindo e é a melhor forma de resolver desentendimentos.
"Os familiares são os maiores parceiros que filhos, pais e avós têm naturalmente na vida", lembra o psiquiatra Paulo Zampieri, que dá uma boa dica para fortalecer os vínculos por meio do diálogo. "Peça às avós que contem como foi a vida deles, como se uniram, o que pensavam da vida. É um jeito interessante de co-construir a história da família por meio dos protagonistas mais velhos e permite conhecer como os costumes mudaram", completa.
5. Crie momentos de lazer com todos
Os familiares servem de apoio nas horas difíceis, mas também podem ser ótimas companhias para momentos de distração e divertimento. O psiquiatra Paulo Zampieri conta que, quando os filhos são pequenos, fica mais fácil: "É só convidar que todos vão", comenta.
No entanto, quando os filhos crescem e se tornam mais independentes, essas ocasiões ficam cada vez mais incomuns. "Quando a família cultiva esses hábitos desde cedo, gera a possibilidade de conservar atividades de lazer em conjunto em etapas mais adultas", completa o e disponível
6. Procure estar Não precisa ser super-herói: é impossível estar disponível o tempo todo e a família precisa entender isso, principalmente as crianças. Entretanto, mostrar disponibilidade para conversar e dar atenção, sempre que possível, é fundamental. De acordo com o psiquiatra Paulo Zampieri, os pais devem fazer isso de forma declarada. "Conte comigo", "sou seu parceiro" ou "se precisar, estou aqui" são frases que ajudam os filhos a encontrarem um momento de poder falar
7. Evite que a rotina agitada e estressante interfira no contato familiar
É nada agradável encontrar uma pessoa em casa com a cara fechada, sem vontade de conversar. Experimente imaginar que, no momento em que você for passar pela porta de entrada, as preocupações do trabalho ficarão do lado de fora. A família poderá ser uma excelente forma de distração!
Em alguns momentos, procure também deixar o trabalho e demais compromissos em segundo plano. "Tal postura pode indicar valorização do contato, como se a pessoa estivesse dizendo à família: 'vocês são importantes para mim'", afirma a psicóloga clínica Michelle da Silveira, de São Paulo.
8. Invista no afeto
Há várias formas de manifestá-lo, vale a sua criatividade de adaptá-las ao tempo e à rotina que você possui. Não se esqueça também do carinho físico. Um simples abraço proporciona conforto e uma ligação muito forte. "O afeto pode ser uma forma de aproximação das pessoas. A partir dele, outros sentimentos fundamentais para as relações serem estabelecidas são formados, como: respeito, compreensão, tolerância, entre outros", explica a psicóloga Michelle da Silveira.
9. Não espere os finais de semana
Procure se lembrar de estreitar os vínculos sempre. Um telefonema, um email ou mesmo uma mensagem por celular podem ser demonstrações de afeto que fazem a diferença. "Com maior tempo de interação, as pessoas poderão se conhecer melhor, agregar pontos positivos da outra pessoa, descobrir afinidades e, a partir daí, estreitar os laços que podem levar à construção de vínculos mais estáveis", esclarece a psicóloga Michelle da Silveira
10. Reconheça os próprios erros
Ninguém na família é perfeito, inclusive os pais. Segundo a psicóloga Michelle da Silveira, assumir falhas pode implicar em mudança, uma vez que a pessoa refletiu sobre a sua ação e, em uma próxima situação parecida, tentará agir de forma diferente. "Esse comportamento de flexibilidade gera confiança na pessoa com a qual se relaciona, pois ela fica com a idéia de que o erro poderá não se repetir", completo.
11. Crie momentos a sós com cada um
Estimular ocasiões exclusivas entre marido e mulher ou mãe e um dos filhos, entre outras possibilidades, facilita a comunicação. A psicóloga Michelle da Silveira explica que isso favorece o conhecimento entre as pessoas e facilita a criação de sentimentos, como intimidade e confiança.
12. Seja um exemplo
Suas pequenas atitudes no âmbito familiar podem gerar admiração pelos parentes. Quando há essa admiração, a possibilidade de existir vínculos é maior. A psicóloga Michelle da Silveira explica: "Existe nas relações a intenção comum entre as partes de agregar valores, e só é possível obter esses valores, em geral, de alguém sobre o qual se nutre admiração".
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